Poesia e Propaganda ou Publicidade e Rock n’ Roll?

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Tá faltando poesia na publicidade e não é de hoje.

 

Eu vivo falando isso, mas às vezes não consigo dar exemplos tão bons quanto este: o que vale mais, um CD virgem ou o Dark Side of The Moon tocando?

Ou então: Gangnam Style com seus bilhões de views ou o riff de Kashmir do Led Zeppelin?

É que, até na comunicação, existe todo um amor a números, estatísticas e mensuração que  podem acabar ditando o fim antes mesmo de se pensar o início. 

Não é que assim acabamos fazendo mais daquilo que já é testado ao invés de testar e descobrir novas formas de comunicar?

 

Bora embarcar num mundo paralelo?


ERRAT –  A Terra, ao contrário, é um mundo onde existem marcas que vendem produtos e serviços. Na maioria dos casos, existe mais de uma marca competindo pelo mesmo produto e/ou serviço.

Para que uma marca se diferencie da outra ela começa a usar de ferramentas de comunicação. Cria um nome, um slogan, uma assinatura de marca.

Mas será que essa assinatura de marca está convincente? Será que é isso que seus possíveis clientes gostariam de ouvir?

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Corta pro meu mundo real.

Já imaginou um relacionamento onde uma pessoa apenas diz o que acha que o outro deseja ouvir? Isso seria uma obra de ficção em que o ouvinte sabe que o que ouve não é verdade. Sabe que “você está dizendo isso só para me agradar”. E com razão.

Será que não deveríamos criar marcas com mais verdade?
Será que uma empresa que converse com alma e verdade não se destaca das demais?

Será que a cerveja que diz “meu sabor é gostoso, por isso me compre” (de uma forma poética ou em som de rock) vende mais do que a empresa continua usando as mesmas formas machistas de propaganda que, infelizmente, dão certo há décadas?

Será que falando apenas o que achamos que o outro gostaria de ouvir conseguiremos manter relacionamentos duradouros entre marcas e pessoas ou o caminho é dizer a sua verdade de forma encantadora?